quinta-feira, 24 de novembro de 2011
TRANSTORNO DO PÂNICO
Só que nós somos frágeis, apesar de às vezes aparentarmos sermos fortes e acabei sucumbindo a esse monstro. Mas com ajuda de amigos, meus filhos e minha mãe estou conseguindo reagir e aos poucos vou expulsando esse monstro de dentro de mim. Incentivada por Dolores (amigas d0 tempo da FUNDAC) me matriculei numa academia para fazer aeróbica e também estou fazendo terapia. Vou mostrar que sou mais forte que esse monstro terrível. E vou voltar a ser uma mulher feliz.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
SEU QUEIROZ...CAPÍTULO À PARTE

Domingo passado, dia 11 de setembro ainda nas lembranças do famigerado ataque as torres de Nova Iorque juntamos uma parte da família para comemorar o aniversário de nossa mãe, guerreira um pouco cansada das batalhas e a última a perda do marido com quem conviveu durante quase 60 anos e com quem teve 6 belos filhos (entre eles essa belezura que escreve esse blog).
Mas em meio a um papo gostoso ao redor da mesa estórias de nossa infância, as artes da adolescência, os primeiros namoros, as viagens de férias a Soledade onde éramos atração: As filhas de Zé Queiroz que chegavam para levar moda. Em vários desse papo surgiam "causos" vividos ou "inventados" por nosso pai.
Painho tinha uma grande paixão que era o radioamadorismo. Aquela estação de rádio o deixava tão envolvido que em dias de "contest" ele mal subia para fazer as refeições. Era o dia todo no Piripipi (que era como ficou conhecido o barulhinho do vibroplex). Aos sábados era garantido uma visita aos amigos no clube de radioamador - A casa de Frei Lauro, situada ali na Rua Getúlio Vargas. Sempre que voltava vinha cheio de estórias que ele como contador nato fazia as ilustrações de tal forma que as vezes tínhamos a impressão de estarmos por lá também.
Desses amigos de rádio alguns eram presenças na nossa casa: Jackson e Zé Morais. O primeiro bem mais novo que painho acredito que nutria uma amizade que ia bem mais que um amigo. Acho que ele tinha meu pai como um mestre pronto a lhe ensinar tudo que acumulou ao longo dos seus 86 anos de vida.
O segundo, Zé Morais (foto) tinha a idade mais ou menos compatível com painho e por várias vezes quando ia deixar painho em casa entrava para um aperitivo antes do almoço. Faziam viagens juntos a Santa Luzia, era o companheiro diário de calçadão. Ainda não encontrei com ele por ali depois do falecimento de meu pai. Quero ficar mais fortalecida quando esse encontro acontecer. Acredito que isso aprendí com ele. A cultivar as boas amizades.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
SEM NORTE...E TAMBÉM SEM SUL, LESTE NORDESTE...ENFIM!

terça-feira, 31 de agosto de 2010
Viagem à Galante
Ao final grupos são formados, amizades são começadas, amores feitos e até desfeitos. De resto só esperar a oportunidade de embarcar em outra aventura dessas.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
MAS...E É?
Beijos e até mais!
CAMPINA, MINHA MENINA GRANDE

Essa cidade é um dos meus amores. Nasci e me criei em Campina Grande e não pretendo sair daqui nunquinha, posso até viajar, conhecer outros lugares mas sempre retornarei pra essa cidade onde passei bons momentos.
Ano passado conheci pessoalmente o artista que fez essas esculturas que estão situadas nas margens do açude velho. Que figura simpática e carismática o jovem Joaz. às vezes penso em minha amiga Bel, distante dessa cidade que apesar de ter nascido lá pras bandas de Pedra Lavrada, sei que ela também ama.
